
Tenho pensado no que é ser uma Igreja que agrade ao Senhor e cumpra seu chamado. A cada dia percebemos mais influências do homem do que de Deus, muitas doutrinas que aprisionam ao invés de libertar, uma fome enorme pelas riquezas do mundo e uma ilusão de estar sendo tão relevante por causa dos cultos tão ungidos, mas na verdade quantas almas salvas? Quantas pessoas sendo discipuladas?
Tanto se fala em “batalha espiritual, mas agora entendo que para sermos ou voltarmos a ser uma Igreja que cumpra seu dever, precisamos entrar em batalha contra a religiosidade, contra a ganância, os falsos profetas, a falta de conhecimento que mantem o homem aprisionado, contra doutrinas de homens, ensinamentos sem fundamentos bíblicos, a venda de bençãos ou milagres e tantas outras coisas. A nossa arma contra tudo isso será “o conhecimento da graça de Deus” quem compreende a graça não cai em enganos, desfruta do Senhor, vive para ele, tem fome de sua palavra e se submete ao Senhor.
Falta pouco para o lançamento do CD ” Um Novo Tempo”, creio que será um tempo muito precioso para todos aqueles que forem ao evento.
Estamos nos preparando da melhor forma possível para agradecer a Deus pela oportunidade de servi-lo.
Os recursos para fazer um evento deste porte são difíceis, mas creio que tudo está no controle de Deus.
Orem por nós e não deixem de ir
dia 31 de março às 19h na Igreja Evangélica Jd D’Abril
informações:
contato@railsonsavio.com
Eclesiastes 3:1-2
Falar ou ouvir sobre, “Tempo de Morrer”, a princípio parece ser algo no mínimo desanimador. Isso acontece porque o ser humano não consegue lidar com o assunto “Morte” sem ter medo de ser atingido por ela. A impressão que fica é que na mentalidade de cada pessoa quanto menos falarmos neste assunto menor será a possibilidade de sermos atingidos por ele.
Quando recebi este tema para ministrar entendi que teria que tomar uma decisão entre duas opções:
Primeira: Tratar do assunto morte de uma forma espiritualizada e trazê-la para um contexto e interpretação do cotidiano da vida cristã, ou seja, morrer para o mundo, morrer para o eu, morrer para o pecado…
Esta primeira opção não seria ruim e muito menos errada, porém se assim o fizesse estaria deixando de lado toda a hermenêutica do texto de Eclesiastes e tudo aquilo que seria a essência do desejo do autor por se expressar desta maneira, pois o autor, seja ele Salomão ou não, não poderia usar da palavra morte de uma forma cristológica visto que este texto foi escrito no século 3 antes de Cristo e o povo hebreu não esperava um Cristo nos moldes de Jesus quanto menos compreenderiam esta interpretação.
Segunda: A segunda opção seria a de tentar interpretar o que realmente o autor do livro queria elucidar aos seus leitores quando usa o termo morte não só neste versículo, mas em todo o livro de Eclesiastes.
Eu escolhi a segunda opção, e a primeira verdade que compreendi é que quando o autor se refere a MORTE o que ele realmente se refere à morte física.
O autor não quis usar de rodeios e nem se preocupou em parecer rude ou grotesco, mas na verdade acho que esta era uma de suas qualidades ir direto ao ponto sem se preocupar em assustar ou magoar, pois dentro da própria tônica do livro “não há tempo a perder com pieguices ou vaidades”.
A MORTE E O TEMPO
A Morte é uma realidade da vida, é uma herança de Adão e a natureza pecaminosa que recebemos dele, é preciso encará-la de frente, saber que não existe como fugir dessa realidade.
Quando um ente querido morre geralmente surgem dois sentimentos, a saudade e a sensação de que a morte está muito próxima e pode atingir qualquer pessoa a qualquer tempo.
Vivemos dentro de uma influencia da cultura ocidental de consumismo materialismo de uma falsa realidade onde o TER vale mais que o SER, e a frustração de quem vive esta realidade é que por mais que se conquistem coisas, por mais que o homem se torne poderoso pelo o que tem, o dia da morte chega e ele percebe que nada do que foi conquistado pode impedi-lo de passar por ela.
O AUTOR QUERIA NOS FRUSTAR?
O que realmente entendemos então quando lemos Eclesiastes e vemos como o autor trata deste assunto tão complicado, é que se a morte é uma realidade, então a vida é um presente Deus e devemos vive-la com a maior INTENSIDADE possível!
O Autor no capítulo 1 verso 14 deixa claro a quem ele queria atingir “Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás do vento”.
Na época em que Eclesiastes foi escrito, o povo passava por uma opressão financeira, com muitas cobranças de impostos abusivos, e um sentimento de materialismo e consumo muito grande, o povo havia perdido o referencial de Deus sobre o que é ter uma vida abundante, então o autor tenta mostrar para eles que tudo aquilo que os movia, como bens materiais status e tudo mais era só vaidade, algo sem valor.
O Autor não quer trazer frustração, mas sim, gerar um comprometimento de que devemos fazer esta vida valer a pena.
TEMPO DE NASCER E TEMPO DE MORRER
A palavra no hebraico para tempo em Eclesiastes está falando de um tempo determinado, algo que já está posto, planejado por Deus, leia o verso 15 do capítulo 3 diz que o que é já foi, ou seja, o que foi determinado Deus já sabe e vai acontecer quer o homem queira ou não, então o segredo para uma existência feliz é saber o que devemos fazer entre o tempo de NASCER e o tempo de MORRER.
Eu li um depoimento de um homem sobre seu sequestro. Ele conta que estava no banco de traz do carro quando um dos sequestradores disse que iriam pegar a estrada, ele com muito medo de ser morto, imaginou que aquilo significaria seu fim sua morte, então quando eles atravessam a ponte que dava acesso a estrada ele pensou: “Ah! Se eu tivesse mais um dia de vida…” então começou a pensar em todas as coisas boas que faria, foi então que os sequestradores pararam o carro no acostamento e mandaram que ele saísse do carro e corresse para bem longe, diz o homem que ter encarado a morte de frente, serviu para que mudasse a forma como estava conduzindo sua vida, e agora todas as vezes que se sente desanimado ou sem ousadia para tomar uma decisão ele pega seu carro e volta para aquela ponte para se lembrar daquele momento em que disse “ah! Se eu tivesse mais um dia de vida…”
COMO VIVER INTENSAMENTE NOSSA VIDA
1. Valorizando sua família
Valorizara família é valorizar o melhor que Deus nos deu, para isso é preciso restaurar este relacionamento com:
COMUNICAÇÃO E PERDÃO
O choro no luto não muda nada, se queremos amar, façamos isso hoje
2. Valorizando a si mesmo
Não valorize tanto os teus sonhos ao ponto de se tornar menos importante que eles
Não aceite o sofrimento somente pelo fato de não ter coragem de abrir mão de mágoas ou rancores
3. Ousadia para mudar de vida
Um dos grandes inimigos do nosso sucesso é a covardia e timidez diante dos planos e da vontade de Deus
4. Valorizando a relação com Deus
Depois da morte o que nós teremos é nossa eternidade com Deus ou não.
Se deseja ter uma eternidade com Deus, ela deve ser conquistada em tempo de vida.
Railson Savio
Está é a capa do meu novo CD, muita expectativa para sua chegada!!!!!
Este novo trabalho tem 12 músicas inéditas, sendo 11 composições minhas, 2 em parceria com Gledson Gomes e 1 com a Bia Ferreira e outra música de composição do Gledson.
Este novo CD foi produzido todo em estúdio em momentos maravilhosos na presença de Deus.
É um CD pra você louvar junto, orar junto e também tocar as músicas em sua Igreja
O título é “Um Novo Tempo” e creio que áo ouvir este novo disco você perceberá que é isso que Deus tem para a sua vida!

